Por que Deus fundou a Igreja Adventista do Sétimo Dia? Hoje, 150 anos após a organização da Associação Geral [sede mundial da Igreja], é um momento oportuno para relembrar nossa história a fim de refletir sobre o valor e a importância da missão profética confiada por Deus a cada um de nós. Ao longo dos séculos de trevas e perseguição, mártires e heróis da fé conduziram a lâmpada da verdade recebida das mãos de Cristo. A luz da Palavra de Deus iluminou os acontecimentos preditos pelos lábios do próprio Salvador como sinais de Sua segunda vinda e do desfecho da história mundial. Eventos como o Terremoto de Lisboa, o escurecimento do Sol e da Lua, a Revolução Francesa e a chuva de estrelas cumpriram profecias que inauguraram o início tempo do fim, marcando o período em que Deus estenderia ao mundo a última oportunidade de preparo para o encontro com Cristo.
Nessa época profética, estudiosos da Bíblia de todo o mundo foram usados pelo Espírito de Deus para interpretar os acontecimentos finais preditos nos escritos de Daniel e Apocalipse. Dentre eles, destaca-se Guilherme Miller, fazendeiro da Nova Inglaterra, EUA, que começou a pregar sobre a mais longa profecia de tempo de toda a Bíblia, os dois mil e trezentos anos de Daniel 8:14, ao final dos quais o santuário seria purificado.
A compreensão desse texto pelos estudiosos indicava que no dia 22 de outubro de 1844 a Terra (o “santuário”) seria purificada pela volta de Jesus. Uma mensagem tão empolgante atraiu a expectativa de multidões de pessoas em comunidades, igrejas, tendas e em grandes reuniões campais. Adeptos de diversas religiões uniram-se para anunciar o cumprimento da mais aguardada profecia bíblica: o retorno do nosso Senhor Jesus Cristo.
O dia marcado com tanta precisão nas páginas sagradas chegou. Sobre rochas, colinas e bosques, milhares de adventistas esperavam receber Jesus em glória. No entanto, o amargor da passagem do tempo lhes trouxe grande desapontamento e decepção espirituais. O tão aguardado evento não se cumpriu conforme a expectativa. Tal fato os levou de volta às Escrituras, e Deus então lhes mostrou que ainda era necessário profetizar a “muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap 10:11).
Na manhã seguinte, Hiram Edson, um dos crentes no advento, viu Jesus, o Sumo Sacerdote, adentrar o lugar santíssimo do Santuário Celestial. Ele compreendeu que, enquanto Cristo concluía o plano da redenção no Céu, Seu povo concluiria a pregação do evangelho em todo o Mundo.
E assim, inflamados pela necessidade de restaurar a pureza do evangelho e confirmar a mensagem da profecia bíblica, Deus escolheu um porta-voz para o tempo do fim que receberia a luz do Espírito Santo para iluminar cada vez mais as Sagradas Escrituras, única regra de fé e prática do povo remanescente. Sendo assim, Ellen White recebeu de Deus milhares de sonhos e visões proféticas que promoveram o estudo profundo da Bíblia e o testemunho da Sua mensagem ao mundo. Ela orientou que a verdade presente deveria ser anunciada da forma mais ampla, valendo-se da publicação de revistas, livros e folhetos. Assim, nasceu um sólido ministério de produção e distribuição de literatura para instruir pessoas no conhecimento da Bíblia e na prática de seus princípios. Tal ministério contribuiu de forma poderosa para a formação e desenvolvimento de um povo que deveria representar o amor e a vontade de Deus a toda humanidade.
Esse progresso gerou a necessidade de se arquitetar um plano de organização denominacional a fim de capacitar e qualificar esse povo para o cumprimento da missão evangélica em todo o Mundo. Sendo assim, em 21 de maio de 1863, foi estabelecida a Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia. Nessa data, a Igreja recém-organizada possuía apenas 3.500 membros espalhados em 125 congregações locais. Com essa base lançada, o movimento se expandiu para abraçar todo o globo com a mensagem do advento na esperança gloriosa de Jesus Cristo.
Agregaram-se aos ministérios já existentes diversas novas maneiras de servir àqueles que precisam ser avisados sobre o iminente retorno de Cristo à Terra. Clínicas e hospitais cuidam de restaurar o corpo como um templo. Escolas preparam estudantes para a vida eterna. Os dedicados colportores apresentam orientações preciosas àqueles que, de outra maneira, jamais as conheceriam. Os jovens e desbravadores organizam-se para salvar e servir, tendo o alvo de levar a mensagem do advento ao mundo em sua geração. Abnegados missionários se despedem de sua pátria e cruzam os mares para ir tanto ao gélido polo quanto ao tórrido e escaldante deserto, levando até mesmo às ilhas perdidas em meio ao vasto oceano a cura do corpo e o refrigério da alma.
Cada membro da grande família desse movimento profético é chamado a dar a mão ao Senhor Jesus e erguer o estandarte da fé que uma vez foi entregue aos santos apóstolos e profetas.
Hoje, 150 anos depois de organizada em uma Associação Geral, a Igreja Adventista do Sétimo Dia cumpre sua missão anunciando Jesus em 209 países. Somos uma família de quase 25 milhões de membros participando do privilégio de ser portadores da notícia mais poderosa de todos os tempos: a breve volta de Jesus Cristo a este mundo.
Um aniversário de 150 anos é uma oportunidade para reconhecer que está mais próximo do que nunca o dia de vermos Jesus voltar nas nuvens do céu. Estamos vivendo o tempo propício para buscar de Deus o reavivamento, a reforma da vida e o batismo diário do Espírito Santo. É nosso dever dar ao mundo, num alto clamor, o último convite de Cristo antes de Sua vinda.
Ao concluirmos, é oportuno novamente perguntar: Por que Deus fundou a Igreja Adventista do Sétimo Dia? “Em sentido especial, foram os adventistas do sétimo dia postos no mundo como vigias e portadores de luz. A eles foi confiada a última mensagem de advertência a um mundo a perecer. Sobre eles incidiu a maravilhosa luz da Palavra de Deus [...] a proclamação da primeira, segunda e terceira mensagens angélicas” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 19).
Que Deus derrame sobre nós Seu Divino Espírito, a fim de que, por Seu intermédio, possamos dedicar todos os nossos dons e talentos, nossas forças e energias, no cumprimento dessa sagrada missão.
O programa Revista Novo Tempo exibiu uma série com 8 reportagens com a história da Igreja Adventista apresentada de uma maneira diferente.
Além de rever o passado, a série aponta para a esperança futura do nosso povo. Muitas igrejas e campos já baixaram esse material para apresentar aos nossos irmãos. Outros já vincularam aos seus websites.
Nosso incentivo é que todos aproveitem ao máximo isso. Em breve a Novo Tempo deve lançar a série também em DVD, dublada e etc. Mas enquanto isso, clique no link abaixo, assista e compartilhe.
*Na lista de reprodução onde você encontra toda a série, constam ainda alguns vídeos adicionais como a chamada, o making of, a reportagem sobre o concílio comemorativo da primavera que aconteceu em Battle Creek em abril e um vídeo sobre os Jovens Pioneiros que pode ser usado com a nossa juventude.
1 – Creia em Deus. “Quem crer em Mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água vida” (João 7:38).
2 – Aproxime-se de Deus de todo o coração. “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim” (Mateus 15:8).
3 – Confesse todos os seus pecados ao Senhor. “… tranquilizaremos o nosso coração diante dele quando o nosso coração nos condenar. Porque Deus é maior do que o nosso coração e sabe todas as coisas. Amados, se o nosso coração não nos condenar, temos confiança diante de Deus” (I João 3:19-21).
4 – Busque a Deus de todo o coração. “Como são felizes os que obedecem aos Seus estatutos e de todo o coração O buscam!” (Salmo 119:2).
5 – Ore sempre. “Então, Jesus contou aos Seus discípulos uma parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar” (Lucas 18:1).
6 – Confie em Deus mais do que em sua intuição. “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento” (Provérbios 3:5).
7 – Valorize Deus acima de tudo. “Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará seu coração” (Mateus 6:21).
8 – Derrame o coração diante do Senhor. “Confie nEle em todos os momentos, ó povo; derrame diante dEle o coração, pois Ele é o nosso refúgio” (Salmo 62:8).
9 – Louve o Senhor de todo o coração. “Senhor, quero dar-te graças de todo o coração e falar de todas as Tuas maravilhas” (Salmo 9:1).
10 – Diga a Deus que o ama com todas as forças de seu ser. “Respondeu Jesus: ‘Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento” (Mateus 22:37).
É nossa concepção de futuro que dá forma ao presente, que define os contornos e o tom de ações e pensamentos nossos durante o dia. Se nosso senso de futuro é fraco, temos uma vida marcada pela indiferença. Boa parte das doenças emocionais e mentais e dos suicídios ocorre entre pessoas que sentem que “não têm futuro”. A fé cristã sempre foi caracterizada por um forte senso de futuro, sendo o exemplo mais notório a crença na segunda vinda de Jesus. Desde o dia em que Jesus ascendeu ao Céu, Seus seguidores vivem na expectativa de Seu retorno. Ele prometeu que voltará, e eles creram nisso – e continuam a crer. Para os cristãos, essa é a questão mais importante com relação ao que se crê e sabe a respeito do futuro.
O efeito prático dessa crença é carregar cada momento do presente com esperança, pois, se o futuro é dominado pela volta de Jesus, sobra pouco espaço na tela para a projeção das nossas ansiedades e fantasias. Essa certeza afasta a confusão da nossa vida. Livres do medo, podemos corresponder espontaneamente à liberdade que Deus nos dá.
Ao mesmo tempo, a crença pode ser mal compreendida, de modo que se transforme em medo paralisante para alguns e indolência para outros. As duas cartas de Paulo aos cristãos em Tessalônica, entre outras coisas, corrigem essas opiniões equivocadas e debilitantes, incentivando-nos a continuar a viver em alegre e inteligente expectativa com respeito ao que Deus fará em Jesus (Eugene H. Peterson, A Mensagem: Bíblia em linguagem contemporânea [São Paulo: Vida, 2011], p. 1.686).
Autores
Primeira Tessalonicenses foi enviada à igreja de Tessalônica por três autores: Paulo, Silvano e Timóteo (1Ts 1:1; veja 2Ts 1:1). Paulo foi claramente o autor principal da carta (1Ts 2:18; 3:5; 5:27), mas ele se sentiu feliz em dividir a cena com seus colegas de ministério.
Silvano (chamado de “Silas” no livro de Atos) era líder na igreja de Jerusalém (At 15:22), profeta (At 15:32) e cidadão romano (At 16:37, 38). Ele se tornou companheiro de viagem de Paulo depois que este se separou de Barnabé (At 15:36-41). Paulo e Silvano foram espancados e presos juntos pouco depois que chegaram a Tessalônica.
Timóteo era um jovem que Paulo conheceu em sua primeira viagem missionária. Ele imediatamente se uniu a Paulo no ministério (At 16:1-3) e ajudou Paulo e Silvano a fundarem a igreja em Tessalônica (At 17:1-9).
Audiência
O contexto de 1 e 2 Tessalonicenses é descrito em Atos 17 e 18, além de ser sugerido nas cartas de Paulo. Após uma experiência dolorosa em Filipos (At 16:12-40; 1Ts 2:2), Paulo e seus companheiros Silas e Timóteo se dirigiram à cidade de Tessalônica, onde havia uma sinagoga judaica (At 17:1).
Em Tessalônica, Paulo pregou com base na Bíblia que era necessário que o Messias sofresse primeiro e depois ressuscitasse dos mortos. Ele também procurou mostrar que Jesus havia cumprido as profecias sobre o Messias (At 17:2, 3). Muitos judeus e gregos creram na mensagem (At 17:4), mas houve um alvoroço (At 15:5, 6) e as autoridades da cidade precisaram intervir (At 17:8, 9). Em resultado, Paulo e Silas (e provavelmente Timóteo) saíram imediatamente da cidade (At 17:10).
Após dificuldades adicionais em Bereia, Paulo se dirigiu a Atenas, enviado por Silas e Timóteo (At 17:14, 15). Paulo então enviou Timóteo de volta a Tessalônica para ver como estava a igreja (1Ts 3:1, 2). Silas também voltou a Tessalônica (At 18:5), provavelmente para visitar mais uma vez a igreja recém-fundada em Filipos. Após sair de Atenas, Paulo foi a Corinto (At 18:1), onde ele se uniu novamente a Silas e Timóteo (At 18:5). Lá, ele escreveu 1 Tessalonicenses.
Data e local de escrita
Na época de Paulo, a Grécia estava dividida em duas províncias romanas. A província ao norte, que incluía Tessalônica e Filipos, era chamada Macedônia. A província ao sul, que incluía Atenas e Corinto, era chamada Acaia. Ambas as províncias são mencionadas juntas em 1 Tessalonicenses, bem como em Atos 19:21 e em algumas cartas de Paulo (Rm 15:26; 2Co 9:2; 11:9, 10). Tessalônica era a maior cidade da Macedônia, com um porto no Mar Egeu e uma grande estrada (a Via Egnatia) que levava ao Mar Adriático e, de lá, a Roma.
A primeira carta a Tessalônica provavelmente foi escrita em Corinto, visto que Paulo conhecia o pensamento das pessoas da Acaia (1Ts 1:7, 8), província na qual Corinto estava localizada. A carta foi escrita em 50 ou 51 d.C., pouco depois da visita original de Paulo a Tessalônica (1Ts 2:17).
Mensagem
É natural que os novos cristãos enfrentem sérios desafios logo após a conversão. Paulo sabia disso. Sendo que o apóstolo não podia estar junto dos cristãos de Tessalônica, ele primeiramente enviou Timóteo para reunir informações sobre a igreja. Timóteo relatou a fidelidade deles e alguns desafios que estavam enfrentando. Então, Paulo tratou dessas questões e experiências na carta que conhecemos como 1 Tessalonicenses. Dois temas se destacam na carta:
1. O fim dos tempos – A igreja em Tessalônica estava sofrendo com problemas comportamentais em parte por causa de ideias confusas sobre o retorno de Jesus e os eventos que cercariam esse retorno. Portanto, o foco principal de 1 Tessalonicenses está nos últimos dias da história da Terra. De fato, cada capítulo da carta se encerra com o tema da segunda vinda de Cristo (1:9, 10; 2:19, 20; 3:13; 4:13-18; 5:23, 24).
Os tessalonicenses parecem ter chegado à conclusão equivocada de que Paulo teria ensinado que todos eles viveriam até o retorno de Jesus. Aparentemente, eles acreditavam que os cristãos que haviam morrido estariam em desvantagem quando Jesus retornasse (4:13-15). Em sua carta, Paulo lhes assegura que os mortos justos ressuscitarão primeiro para participar plenamente desse evento com os vivos (4:15-17). Ele também deixa claro que a vinda de Jesus não será secreta (4:16) e que nós iremos encontrar o Senhor nos ares, não no solo (4:17).
Em 1 Tessalonicenses 5:1-11, Paulo volta sua atenção ao preparo para a segunda vinda. O momento do retorno de Jesus será uma surpresa (5:2, 3), mas os cristãos estarão prontos por causa de seu estado de alerta e autodisciplina (5:4-8), cheios de esperança e participantes dos benefícios da morte de Cristo (5:8-10). Um entendimento correto sobre o tempo do fim leva ao encorajamento no tempo presente (4:18; 5:11).
2. Santificação – Sendo que a igreja dos tessalonicenses se mantinha firme em sua decisão por Cristo, Paulo também focalizou as lutas que enfrentavam para viver a fé. Na sociedade romana da época, predominava a imoralidade sexual. Em contraste com isso, Paulo ensinava que o sexo fora do casamento traz prejuízo a todos (4:3-6).
Parece também que alguns tessalonicenses haviam parado de trabalhar (4:11; 2Ts 3:6, 7, 11), viviam às custas de outros (2Ts 3:6, 7) e haviam se tornado intrometidos e indisciplinados (1Ts 5:14; 2Ts 3:6, 7, 11), perdendo o respeito até mesmo dos vizinhos não cristãos. Paulo respondeu a esse problema enfatizando que os cristãos devem cuidar de seus próprios negócios (1Ts 4:11, 12) e sustentar a si mesmos enquanto aguardam o retorno de Jesus (2Ts 3:6-9).
Esboço
I. Saudações e ação de graças (1:1-5)
II. Motivos para ação de graças (1:6–3:13)
A. Imitação dos membros da igreja (1:6-10)
B. Exemplo dos apóstolos (2:1-12)
1. Pano de fundo (2:1, 2)
2. Caráter dos apóstolos (2:3-8)
3. Comportamento dos apóstolos (2:9-12)
C. Exemplo da Judeia (2:13-16)
D. Desejo de Paulo de vê-los (2:17–3:13)
1. Tentativas anteriores de visitá-los (2:17-20)
2. Visita substituta de Timóteo (3:1-5)
3. Resultado da visita de Timóteo (3:6-10)
E. Bênção de transição (3:11-13)
III. Conselhos práticos (4:1–5:22)
A. Ética sexual (4:1-8)
B. Ética comunitária (4:9-12)
C. Os mortos em Cristo (4:13-18)
D. O Dia do Senhor (5:1-11)
E. Vida da igreja (5:12-22)
IV. Bênção final (5:23-28)
(Andrews Study Bible [Berrien Springs, MI: Andrews University Press, 2010], p. 1.566-1.568. Traduzido por Matheus Cardoso. http://bible.andrews.edu)
Para que tenhamos uma melhor compreensão dos Evangelhos é necessário entender um pouco do contexto em que Jesus veio, principalmente percebendo a influência política e filosófica que dominava o povo daquele tempo.
Veja a seguir 10 dos principais grupos que dominavam o pensamento judeu:
JUDEUS MESSIÂNICOS - pregavam o verdadeiro Evangelho do arrependimento
Muitos caem no erro de achar que a mensagem do arrependimento de pecados foi inaugurada por Jesus, no entanto desde que o pecado entrou no mundo é essa a forma que Deus usa para a salvação. No período intertestamentário, percebemos que haviam crentes sinceros que além de serem pessoas arrependidas criam que o Messias iria chegar para nos salvar. Creram que Jesus era o Salvador!
FARISEUS - considerados Rabinos (mestres), responsáveis pelo ensino da Talmud
Os fariseus eram um grupo político e religioso surgido no período intertestamentário, formado por alguns ricos, porém aberto a pessoas com menor poder econômico. Buscavam seguir rigidamente a lei de Moisés (aceitavam também o restante dos livros do Antigo testamento), acreditavam que a observância total da lei os faziam “justos” diante de Deus, para não se contaminarem evitavam estar onde “pecadores e publicanos” estavam. Jesus combateu suas práticas.
SADUCEUS - elite judaica que não criam na ressurreição dos mortos
Também eram um grupo político e religioso judeu na época de Jesus, porém eram mais influentes. Era formada pela elite do povo e tinham forte ligação com o poder romano. Guardavam a lei apenas da Torá (livros escritos por Moisés) e não aceitavam a ressurreição, nem os anjos. Geralmente os sumo sacerdotes eram ligados aos saduceus. Nos evangelhos vemos Jesus os repreendendo por seus ensinos.
ESCRIBAS - responsáveis pela tradição dos anciãos
Os escribas surgiram como copistas reais inicialmente no reinado de Salomão. Porém, após o retorno do cativeiro babilônico os escribas ganharam maiores responsabilidades, sendo considerados doutores da lei. Para alguém exercer tal função deveria começar seus estudos aos 14 anos e só eram aptos para legislar após os 40. Tinham forte ligação com os fariseus e foram acusados por Jesus por colocarem regras pesadas demais para suportar, onde nem os mesmos conseguiam seguir.
ZELOTES - lutavam pela libertação política de Israel
Os zelotes eram um grupo político revolucionário de Israel que lutavam contra a dominação romana. Um dos apóstolos, Simão, era participante desse grupo. Barrabás, que foi liberto no lugar de Cristo, também era militante dos zelotes, inclusive foi preso após cometer homicídio em uma rebelião. Tiveram grande influência na tentativa frustrada de sedição contra o Império Romana, no ano 70 d.C.
ESSÊNIOS - grupo separatista judaico que vivia no deserto
Esse grupo formou-se provavelmente na mesma época do que os fariseus. Eram judeus que seguiam estritamente as regras da lei e criam em todo o Antigo Testamento. Tinham hábitos bem peculiares como viver em regiões isoladas, vestir branco, não se casavam e se purificavam antes de comer. Ficaram bem conhecidos devido aos Pergaminhos do Mar Morto, encontrados em Qumran, um dos refúgios deles.
HERODIANOS - criam que o Messias era Herodes
O termo Herodiano é relacionado ao rei dos judeus, Herodes, o Grande, e designa todos os personagens históricos que tinham laços consaguíneos com ele. Partidários de Herodes, o grande, formavam uma seita para sustentar que o rei Herodes seria o Messias. Alguns apontam que o motivo de ele ficar tão irado com a notícia da chegada do Messias era que ele mesmo se considerava o verdadeiro enviado de Deus.
GNÓSTICOS - conceito filosófico-religioso que defendia o dualismo
Influenciado por filósofos como Platão, o Gnosticismo é baseado em duas premissas falsas. Primeiro, essa teoria sustenta um dualismo em relação ao espírito e à matéria. Os Gnósticos acreditam que a matéria é essencialmente perversa e que o espírito é bom. Como resultado dessa pressuposição, os Gnósticos acreditam que qualquer coisa feita no corpo, até mesmo o pior dos pecados, não tem valor algum porque vida verdadeira existe no reino espiritual apenas. Seu conceito já existia na época de Jesus, porém foi mais forte no início da igreja primitiva.
PUBLICANOS - coletores de impostos do Império Romano
Publicano é o nome dado aos coletores de impostos nas províncias do Império Romano. Eram detestados pelos judeus e muitas das vezes envolviam-se em corrupção cobrando das pessoas além do que deveriam. E sofriam um grande repúdio da casta religiosa dos fariseus. Mateus, o evangelista, foi publicano e Zaqueu (publicano bastante conhecido por sua corrupção) também chegou a se converter.
FILOSÓFOS GRECO-ROMANOS - a filosofia dos deuses do Olimpo
É o conjunto de mitos e lendas das tradições gregas e romanas da antiguidade que fundiram-se com a conquista da Grécia pelo império romano. Sabemos que essa mitologia teve uma influência direta e indireta na época de Jesus, pois Israel passou sendo por muito tempo dominada pelos gregos e nos Evangelhos quem estava no poder eram os romanos.
Veja que interessante:
“E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”. (Miquéias 5.2)
“Beba todo o seu leite” é uma frase que muitas pessoas cresceram ouvindo. No entanto, cada vez mais evidências sugerem que o leite não é tão saudável como foi acreditado ser, e o leite que bebíamos no passado não é tão saudável como o industrializado que bebemos atualmente. Pessoas conscientes da saúde estão desistindo do leite e virando-se para outras alternativas. Aqui estão 7 razões pelas quais todos nós podemos pensar em evitar o leite de vaca:
1) A noção de que o leite é essencial para prevenir a osteoporose provém do fato de ser uma das fontes de cálcio mais bem absorvidas e por vários estudos terem mostrado que o consumo do leite aumenta a densidade mineral óssea, no entanto, alguns estudos demonstram o contrário. O leite não faz manter nossos ossos saudáveis, evitando fraturas e osteoporose. De fato, segundo o Nurse’s Health Study, laticínios podem realmente aumentar o risco de fraturas em vez de proteger os nossos ossos. Países como os da África e da Ásia que não consomem grandes quantidades de produtos lácteos na verdade, têm as taxas mais baixas de osteoporose.
2) Os laticínios, apesar de possuírem um índice Glicêmico (IG) baixo, aumentam muito a liberação da insulina pelo pâncreas, o que pode causar resistência à insulina, que está relacionada à origem de várias patologias, como a síndrome metabólica. O consumo de leite bovino tem sido associado também à diabetes tipo 1, especialmente quando a exposição a este alimento se dá nos primeiros meses de vida.
3) Outros estudos ainda estabeleceram uma correlação muito forte entre o consumo do leite e a prevalência de esclerose múltipla e Parkison.
4) Laticínios podem aumentar risco de câncer. A pesquisa revelou que grande ingestão de produtos lácteos pode aumentar o risco de câncer de próstata em 30 a 50 por cento. Outros estudos epidemiológicos e experimentais associam o consumo desse grupo de alimentos com alguns tipos de cânceres de ovário, testículo e próstata.
5) Cerca de 75 por cento da população mundial é intolerante à lactose, o que significa que eles são incapazes de digerir leite. Lactase é a enzima necessária para digerir a lactose, e a maioria das pessoas deixam de produzir com cerca de 5 anos de idade.
6) Os produtos lácteos estão cheios de gordura saturada, estando ligados a doenças cardíacas. Países como o Japão tem um nível muito baixo de doenças cardíacas bem como câncer, e pesquisa mostra que pode haver uma ligação entre uma proteína no leite.
7) As pessoas com diferentes tipos de queixas notam uma melhora significativa quando evitam laticínios. Queixas de saúde associados com intolerância ao leite incluem a síndrome do intestino irritável, alergias, problemas de sinusite e infecções do ouvido.
Então, qual é o primeiro passo para diminuir o consumo de leite?
* Tome banho de sol saudável, para garantir a abundância de vitamina D. * Tente substituir o leite por leite castanhas (ou leite de soja) * O abacate é um maravilhoso substituto da manteiga.
FONTES DE CÁLCIO:
- Feijões de todos os tipos inclusive soja, ervilha, lentilha e grão de bico que tem alto teor de Cálcio e Fósforo que é essencial à formação dos ossos; - Verduras de folha (Alface, Almeirão, Agrião, Brócolis, Chicória, Couve, Rúcula, etc.) - Tofú (queijo de soja); - Castanhas, gergelim e ameixas secas. - Iogurte feito com leite desnatado.
Um indivíduo saudável que não sofra nenhuma das patologias associadas ao consumo do leite e que siga um estilo de vida saudável poderá consumir pequenas quantidades de laticínios fermentados de agricultura biológica, desde que este não produza reações adversas.
Tenha mais saúde…Use alimentos de origem vegetal!
Escrito por Cristiane Krusche Becker de Andrade Fonte: Sheryl Walters, NaturalNews.com, 7 de janeiro de 2009 Revista Nutrição, Saúde & Performance
PUBLICADO EM 2 DE DEZEMBRO DE 2011, POR AMILTON MENEZES POSTADO EM: TEXTOS
1. Exercite a fé. Como? Agindo. Vá em frente mesmo quando a estrada não for asfaltada ou não existir caminho. Não tente ver para crer. Baseie-se no que está escrito, e não em seus sentimentos.
2. Admita suas dúvidas. Fale com Deus sobre elas. Desenvolva uma amizade informal, íntima e envolvente com Deus, e depois interrogue-O.
3. Não fale em fracasso. O medo e os sentimentos negativos são venenosos para a fé. Tudo o que a gente pensa e fala pode se transformar em comportamento real.
4. Suporte as dificuldades numa boa. Quando a gente passa nos testes da vida, a fé cresce. E, considere a direção divina. Relembre os momentos difíceis de sua vida e como Deus o guiou. Estabeleça contatos com pessoas de fé e oração.
5. Estude a Bíblia e olhe para Jesus. O apóstolo Paulo diz que “a fé vem pela Palavra de Deus”. A Bíblia também diz que Jesus é o projetista e o construtor da nossa fé. Contemple-O. Sinta como Jesus confiava em Seu Pai.
6. Entre no ritmo de Deus. Saiba que Ele faz as coisas no Seu tempo, mas faz. Aprenda a esperar. Você não fica na fila para tantas coisas?
7. Pague o preço da fé. A fé que nada custa, nada vale. O preço é: tempo com Deus e obediência a Ele. Não tente um atalho; esqueça os malabarismos.
PUBLICADO EM 6 DE DEZEMBRO DE 2011, POR AMILTON MENEZES POSTADO EM: TEXTOS
Encontrei a historinha abaixo nos arquivos do “Minuto Final”, um programete que criei na década de 90 e que ia ao ar exatamente um minuto antes da Voz do Brasil…
O avião tocou o solo com suavidade, fazendo ouvir a inversão de suas turbinas. Todos respiraram aliviados, após um longo vôo de muita turbulência e medo.
- Estamos salvos! – comentou um passageiro, bastante assustado.
- Nunca mais! – exclamou outro.
O velho passageiro, habituado aos imprevistos de suas viagens, soltou seu cinto, pegou suas bagagens e se preparou para o desembarque, como se nada tivesse acontecido. Já passara por piores situações.
- O senhor não tem medo de nada? – perguntou uma observadora ao lado.
- O medo é típico dos iniciantes – respondeu. – Quem viaja com freqüência aprende a superá-lo e conhece os perigos de qualquer viagem. O perigo existe tanto lá em cima, como aqui embaixo. Então para que angustiar-me, quando confio na perícia do piloto?
E você? Qual é o piloto de sua vida? Por acaso é Jesus?
Veja como ficou, na versão “A Mensagem”, minha promessa preferida da Bíblia que encaixa-se aqui como uma luva: “Não tenham medo, Eu os redimi. Eu os chamei pelo nome. Vocês são meus. Quando estiverem atolados até o pescoço em problemas, estarei lá com vocês. Quando estiverem atravessando águas profundas, vocês não se afogarão. Quando estiverem entre a cruz e a espada, não será um beco sem saída – porque Eu sou o Eterno, o seu Deus pessoal,o Santo de Israel, seu Salvador” (Isaías 43:1-3).
Um conhecido canal de TV aberta divulgou certa vez uma pesquisa sobre música gospel. Vejam o resultado:
Que ritmo você não aceita de jeito nenhum no louvor a Deus?
Forró: 11.8 % Rock: 0 % Funk: 29.4 % Pagode: 5.9 % Todos são válidos se o louvor é sincero: 52.9 % Rap: 0 %
Interessante notar como ninguém votou no ROCK nem no RAP. Isso mostra que as pessoas que participaram da enquete acham totalmente válida a adoração a Deus com um louvor caracterizado por esses 2 estilos musicais, muito difundido especialmente entre os jovens. Mais revelador ainda é o fato de que a grande maioria (quase 53%) dos internautas afirmaram que todos os ritmos são válidos, basta haver "sinceridade" no louvor... Por enquanto parece que o único ritmo que não está agrandando muito a comunidade "gospel" é o funk... Mas não vai demorar muito para surgirem os "funkeiros de Jesus" (se é que já não estão por ai).
Não consigo imaginar os anjos cantando ao redor do Trono de Deus alguma música com um ritmo semelhante aos que vemos nos bailes por ai. Certamente, a música tocada no coro celestial é uma perfeita combinação de harmonia, melodia, ritmo e letra, de tal forma a encher o ambiente com uma atmosfera de santidade, decênca e honra para com o Deus santo que governa o Universo.
Como não quero dar uma de "careta" (rs), vou apenas transcrever alguns pensamentos que o Senhor enviou para nós, através do ministério de Ellen White (extraídos do livro "Música - sua influência na vida do cristão", 2005).
"Não há palavras para descrever adequadamente as profundas bênçãos do louvor genuíno. Quando os seres humanos cantam com o espírito e o entendimento, os músicos celestiais entram na harmonia e se unem ao cântico de ação de graças" (p. 24).
"Todo o culto deve ser efetuado com solenidade e reverência, como que na visível presença do próprio Deus" (p. 26).
"O Senhor revelou-me que haveria de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça... Haverá gritos com tambores, música e dança... E isso será chamado de operação do Espírito Santo. O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos" (p. 34).
"A música só é aceitável a Deus quando o coração é consagrado, enternecido e santificado por sua docilidade" (p. 58).
Estas "pérolas" foram só para dar água na boca... leia o livro todo e você verá como Deus interpreta a importância da música a adoração a Ele.
Por fim, vale lembrar as palavras de Jesus:
"Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos céus" (Mateus 7:21).Deus Aceita Todo "Louvor"? Um conhecido canal de TV aberta divulgou certa vez uma pesquisa sobre música gospel. Vejam o resultado:
Que ritmo você não aceita de jeito nenhum no louvor a Deus?
Forró: 11.8 % Rock: 0 % Funk: 29.4 % Pagode: 5.9 % Todos são válidos se o louvor é sincero: 52.9 % Rap: 0 %
Interessante notar como ninguém votou no ROCK nem no RAP. Isso mostra que as pessoas que participaram da enquete acham totalmente válida a adoração a Deus com um louvor caracterizado por esses 2 estilos musicais, muito difundido especialmente entre os jovens. Mais revelador ainda é o fato de que a grande maioria (quase 53%) dos internautas afirmaram que todos os ritmos são válidos, basta haver "sinceridade" no louvor... Por enquanto parece que o único ritmo que não está agrandando muito a comunidade "gospel" é o funk... Mas não vai demorar muito para surgirem os "funkeiros de Jesus" (se é que já não estão por ai).
Não consigo imaginar os anjos cantando ao redor do Trono de Deus alguma música com um ritmo semelhante aos que vemos nos bailes por ai. Certamente, a música tocada no coro celestial é uma perfeita combinação de harmonia, melodia, ritmo e letra, de tal forma a encher o ambiente com uma atmosfera de santidade, decênca e honra para com o Deus santo que governa o Universo.
Como não quero dar uma de "careta" (rs), vou apenas transcrever alguns pensamentos que o Senhor enviou para nós, através do ministério de Ellen White (extraídos do livro "Música - sua influência na vida do cristão", 2005).
"Não há palavras para descrever adequadamente as profundas bênçãos do louvor genuíno. Quando os seres humanos cantam com o espírito e o entendimento, os músicos celestiais entram na harmonia e se unem ao cântico de ação de graças" (p. 24).
"Todo o culto deve ser efetuado com solenidade e reverência, como que na visível presença do próprio Deus" (p. 26).
"O Senhor revelou-me que haveria de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça... Haverá gritos com tambores, música e dança... E isso será chamado de operação do Espírito Santo. O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos" (p. 34).
"A música só é aceitável a Deus quando o coração é consagrado, enternecido e santificado por sua docilidade" (p. 58).
Estas "pérolas" foram só para dar água na boca... leia o livro todo e você verá como Deus interpreta a importância da música a adoração a Ele.
Por fim, vale lembrar as palavras de Jesus:
"Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos céus" (Mateus 7:21).
Uma nova aliança promovendo condições justas e equilibradas de trabalho na Europa pediu à Comissão Social e Econômica da União Europeia na semana passada para declarar o domingo um “dia isento de trabalho” em suas novas diretrizes de atuação para os estados-membros. A Aliança Dominical Europeia é uma rede de 65 organizações da sociedade civil, sindicatos e igrejas que concordam que os domingos isentos de trabalho e horas de trabalho justas promovem famílias mais saudáveis e fortalece a coesão social entre estados membros da União Europeia. A proposta da aliança surgiu durante uma conferência sobre o impacto do trabalho aos domingos em relação com a saúde, segurança e integração social dos trabalhadores europeus, o que atraiu psicólogos, cientistas sociais e outros especialistas a Bruxelas, no dia 20 de junho.
“Um domingo isento de trabalho e horas de trabalho apropriadas são um direito bem merecido para todos os cidadãos da Europa”, declara o documento de lançamento da aliança. A definição do documento de “horas de trabalho apropriadas” prossegue alistando “horários tarde da noite, noites, feriados públicos e domingos”.
Os advogados adventistas do sétimo dia de liberdade religiosa preocupam-se com a possibilidade de que a proposta infrinja sobre a livre expressão de crenças religiosas, a despeito de seus bem-intencionados objetivos de reduzir o estresse e o trabalho excessivo. “Apoiamos a noção de que as pessoas carecem de um dia de descanso para obter um equilíbrio de vida /trabalho a fim de manter a saúde e a segurança dos trabalhadores”, declarou Raafat Kamal, diretor de Relações Públicas e Liberdade Religiosa para a Igreja Adventista do Sétimo Dia no norte europeu, acrescentando que a ideia foi primeiro expressa por Deus, que descansou, seguindo-se à semana bíblica da criação. “Ao mesmo tempo, desejamos estar seguros de que aqueles que não têm o domingo como um dia religioso de descanso designado serão respeitados e tolerados”, aduziu Kamal.
O Congresso Judaico Europeu não comentou ainda sobre a proposta de domingos isentos de trabalho. Na Europa também residem 13 milhões de muçulmanos, que observam a sexta-feira. “Espero que os participantes da rede da Aliança Dominical Europeia... apreciem as dimensões pluralistas dos países da União Europeia e a importância de respeitar aqueles com crenças e práticas religiosas diferentes”, disse ainda Kamal.
Os católicos na Europa estão acolhendo bem a proposta. Maximillian Aichern, bispo católico-romano aposentado de Linz, chamou o domingo isento de trabalho de “a mais antiga lei social da civilização judaico-cristã”. “O dia comum de descanso, os contratos sociais que os acompanham e o louvor ao Senhor são os valores cristãos mais importantes e... indispensáveis para a dignidade humana”, ele disse.
A aliança está instando a União Europeia e seus estados membros a “tomarem todas as medidas legislativas e políticas” para assegurar “uma melhor reconciliação da vida privada e profissional”, declarou seu press release de 20 de junho.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ordenou seja estudada a possibilidade de redução da jornada de trabalho para quatro dias e meio, prolongando o fim de semana em um dia e declarando feriado no domingo, que atualmente é dia de trabalho. Netanyahu indicou seu assessor econômico e presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel, para estudar a questão, que teria importantes consequências econômicas, sociais e religiosas. O vice-primeiro-ministro Silvan Shalom, que havia proposto a medida, argumentou que se deve "passar a um longo fim de semana o mais rapidamente possível, de acordo com todos os países do mundo desenvolvido". Segundo o jornal Haaretz , o plano é para que sábado e domingo sejam feriados, e a sexta-feira seja um dia de trabalho até meio-dia.
Kandel espera estabelecer uma comissão composta por todos os ministérios relevantes para considerar as implicações da proposta. Netanyahu admitiu que a questão é complexa e requer um estudo sério de vários ângulos: econômicos, sociais, religiosos e ideológicos.
O fim de semana em Israel é celebrado da sexta-feira ao sábado, sendo que as lojas e escritórios estão abertos na manhã de sexta-feira. Os feriados no país começam ao anoitecer da sexta-feira, como uma marca do judaísmo, até o anoitecer do sábado, sendo esse intervalo santo e de descanso.
Shalom disse que a iniciativa tem a aprovação da Associação dos Fabricantes de Israel, Câmaras de Comércio, União das Autoridades Locais, Associação de Hotéis, sindicatos de professores, Conselho Econômico Nacional e do diretor geral do gabinete do primeiro-ministro.
Dois membros do Knesset Likud, Zeev Elkin e Yariv Levin, apresentaram um projeto de lei sobre a introdução de um longo fim de semana. A iniciativa destinava-se a forçar o gabinete a tomar uma decisão a esse respeito.
Shalom sugeriu que o fim de semana seja sábado e domingo, enquanto a semana de trabalho seria de segunda a sexta ao meio-dia. "Em troca do fim de semana prolongado, vamos trabalhar meia hora a mais por dia", disse ele. Uma das razões para a proposta foi a ausência de um "fim de semana" real em Israel, como no mundo ocidental. Mais de 75 por cento da população mundial e 100 por cento da população do mundo desenvolvido têm adotado os sábados e os domingos como dias de descanso [evidentemente que a imensa maioria dessas pessoas não observa o sábado como orienta a Bíblia]. Shalom disse que a mudança seria boa para a economia de Israel.
A medida também resultará em uma semana escolar de cinco dias, o que significaria a introdução de uma hora na escola e da obrigação de fornecer o almoço nas escolas.
Enquanto o mundo volta a atenção para o Japão com piedade e preocupação, no Brasil, o desfile de encerramento do Carnaval levou mais de 500 mil pessoas para o centro do Rio de Janeiro, neste domingo. Segundo o site de notícias do iG, “o desfile começou por volta das 9h. No repertório, composições que transitaram do samba ao funk. Ao todo 12 blocos programaram seus desfiles para este domingo, entre eles, o Galinha do Meio-Dia (zona sul), Vai Tomar no Grajaú e Quem Vai, Vai, Quem não Vai não Cagueta (ambos na zona norte). Nesta segunda-feira (14), a prefeitura apresenta o balanço geral do carnaval carioca, que, de acordo com a Riotur, teve recorde de foliões nas ruas e turistas na cidade”.
Foram às ruas comemorar o fim do Carnaval e não se dão conta de que quem está no fim é este mundo...
Quem assistiu ao programa especial “Tragédias”, da TV Novo Tempo, na tarde de sábado (possivelmente haverá outro especial na próxima sexta-feira), pôde constatar por meio das enquetes feitas nas ruas de São Paulo que o povo de modo geral anda tão desapercebido que não se dá conta do tempo em que vivemos. Alguns chegaram até a afirmar que os terremotos são causados pelo ser humano! Outros não veem relação entre essas tragédias e a volta de Jesus. Curiosamente, há até cristãos tentando tapar os sinais com a peneira do ceticismo, afirmando que “terremotos sempre existiram”. Sim, abalos sísmicos sempre existiram (pelo menos depois do dilúvio), mas a frequência e intensidade deles nos últimos anos assusta – mesmo aqueles que creem na revelação de Mateus 2:7.
Antes de o dilúvio subverter a face da Terra, homens obstinados também tentaram racionalizar as predições divinas. Ellen White escreveu: “O mundo antediluviano raciocinava que durante séculos as leis da natureza tinham estado fixas. As estações, periódicas, tinham vindo em sua ordem. Até ali nunca havia caído a chuva; a terra era regada por uma neblina ou orvalho. Os rios jamais haviam passado os seus limites, mas com segurança tinham levado suas águas para o mar. Imutáveis decretos tinham impedido as águas de transbordarem. Mas tais raciocinadores não reconheceram a mão dAquele que conteve as águas dizendo: ‘Até aqui virás, e não mais adiante’ (Jó 38:11)” (Patriarcas e Profetas, p. 96, 97).
A verdade é que quase ninguém mais fala do tsunami que varreu a Ásia em 2004. Pouco se comenta sobre a mortandade causada pelo terremoto no Haiti, no ano passado, e dos estragos causados pelos terremotos no Chile. E daqui a pouco a tragédia ocorrida no Japão também será história (exceto para os familiares das milhares de vítimas e para os desabrigados e traumaizados). Assim é o ser humano: tenta viver a “normalidade” num mundo anormal. Assim aconteceu também com os antediluvianos: “Passando-se o tempo, sem qualquer mudança aparente na natureza, os homens cujo coração tinha por vezes tremido pelo receio, começaram a refazer-se. Raciocinavam, como muitos fazem hoje, que a natureza está acima do Deus da natureza, e que suas leis são tão firmemente estabelecidas que o próprio Deus não as pode mudar” (Ibidem, p. 97).
Vou repetir a estrutura textual com a qual comecei esta postagem: enquanto o mundo voltou a atenção para os países árabes nos quais multidões foram às ruas para exigir mudanças políticas e maior liberdade, no Brasil, além da festa de encerramento do Carnaval, chamou a atenção da mídia a “pedalada pelada”. Mais de 200 ciclistas participam do evento nas ruas de São Paulo, na noite de sábado (12). A manifestação reuniu homens e mulheres. Eles pedalaram nus, com roupas íntimas, em trajes de banho ou com os corpos pintados, e pediram melhores condições para o uso de bicicletas no trânsito da capital paulista. O que queriam? Chamar mais atenção do que os tsunamis? Competir pelo espaço nos noticiários? Que momento mais inapropriado! Que maneira mais baixa de atrair as câmeras (embora o motivo até possa ser justo)!
Carnaval e nudismo. É isso que temos a oferecer? Anestésicos e piadas, enquanto o mundo desaba ao redor? Depois reclamamos pelo fato de este país nem sempre ser levado a sério.
Chega de viver de maneira irrefletida. Chega de manter a ilusão de que o mal e as tragédias sempre existiram, então “tudo bem”. Chega de distrações como Carnaval, novelas, BBBs e outras banalidades não raro imorais. Precisamos acordar e já! Precisamos de um reavivamento e uma reforma urgentes. Jesus tem pressa de voltar.
Michelson Borges
P.S.: Não estou sozinho em minha indignação contra a futilidade do Carnaval. Assista ao comentário corajoso e oportuno da jornalista paraibana Raquel Sherazade.
A adoção do domingo como dia de repouso (obrigatório em países como a França) tem um fundamento bíblico. De acordo com o Livro Sagrado, "Deus concluiu no sétimo dia a obra que fizera e no sétimo dia descansou" (Gênesis 2, 2) [considerar o domingo - primeiro dia da semana - como sendo o sétimo é erro banal, mas prossiga na leitua desta matéria publicada na revista História Viva]. A própria etimologia da palavra evidencia esse sentido: “domingo” deriva do latim dies dominicus, ou "dia do Senhor". Os primeiros cristãos tanto respeitavam o descanso que o judaísmo reserva ao sábado quanto celebravam o dia seguinte, tido como data da ressurreição de Cristo. A Igreja, ainda em seus primórdios, já proclamava a obrigação de assistir às missas no sétimo dia, embora não contasse com nenhum respaldo legal. A situação se alterou quando o imperador Constantino, em 321, fixou o “dia do Senhor” como feriado no Império Romano. Na prática, porém, a obrigação de comparecer às atividades religiosas se impôs muito mais que o direito ao repouso semanal.
No século XVIII, os filósofos iluministas chegaram a desenvolver toda uma argumentação para enaltecer as vantagens do trabalho aos domingos. De acordo com o artigo que a célebre Enciclopédia dedicou ao dia, determinada comunidade se beneficia quando suas atividades econômicas não são interrompidas no “dia do Senhor”. Anos mais tarde, durante a Revolução Francesa, o tradicional calendário gregoriano foi suprimido e substituído por um novo, que instituiu a semana de dez dias e, seguindo a política de erradicação de qualquer referência religiosa, eliminou o domingo. O antigo calendário foi restabelecido somente em 1806, sob o governo de Napoleão [há quem diga que o povo não suportou a semana de dez dias, pois o ser humano foi projetado para funcionar num ciclo de sete dias].
Se mais evidências precisássemos da desumanização que os aborcionistas [defensores do aborto] fazem da vida, as palavras desta espanhola esclarecem tudo. De acordo com a ministra espanhola da Igualdade, Bibiana Aído, bebês intrauterinos não são seres humanos. Em resposta a um inquérito formal feito em torno do assunto do aborto por parte de um parlamentar espanhol, Aído afirmou que “o governo não pode partilhar da afirmação de que a interrupção de uma gravidez é a eliminação de uma vida humana”. Não se sabe que tipo de vida a Sra. Aído pensa que é, mas sabemos que não é humana. Dez minutos antes de nascer, o bebê não é humano, mas três minutos depois de nascer já e humano. Ela acrescenta ainda: ter um aborto não implica que uma vida humana foi terminada, uma vez que não há opinião unânime em torno do conceito de ser humano.
Quando seres humanos decidem quem é ser humano de fato não há opinião unânime. O nacional socialista Hitler achava que os judeus não eram humanos. Darwin pensava que os australianos e os africanos não eram tão humanos quanto ele. Algumas seitas japonesas viam os outros como sub-humanos.
O ponto que a Sra. Aído levanta é em si ilógico: se não é unânime quando é que a vida humana começa, por que é que ela suporta o término da gravidez que pode estar matando um ser humano? Se não há opinião consensual, não se deveria suspender o aborto até haver opinião unânime?
A “vida humana” se refere a um conceito complexo baseado em ideias ou crenças que são filosóficas, morais, sociais e, por fim, sujeitas a opiniões ou preferências pessoais. Claro que isso exclui a posição que afirma: “Matar um bebê não é matar um ser humano.” Essa posição já não é um conceito complexo baseado em ideias ou crenças filosóficas, morais, sociais e, por fim, sujeitas a opiniões e preferências pessoais. Não. A frase “terminar uma gravidez não é terminar uma vida humana” é um fato indisputável!
A chocante declaração de Aído foi feita em resposta a questões colocadas por Carlos Salvador, do partido União das Pessoas de Navarra. Essas perguntas, por sua vez, foram feitas em resposta às declarações de Aído, que afirmou: “Um país não é digno se uma só pessoa está sofrendo maus tratamentos.”
Salvador perguntou: “Considera que a eliminação da vida de um bebê intra-uterino é um ato de mau tratamento?” Ao mesmo tempo, ele perguntou: “Se o ato do aborto envolve a eliminação de uma vida humana - única e não reprodutível - com base em que etos é que você fundamenta a sua argumentação, como um direito da mulher, em suporte do maior mau tratamento que pode ser feito a um ser humano, nomeadamente, a sua eliminação?”
Como isso era um assunto trivial (vidas humanas), a Sra. Aído “só” demorou seis meses para responder.
Conclusão: essas são as consequências de quem rejeita o Criador. Quando Ele é posto de parte como Autoridade Suprema na vida dos seres humanos, então quem passa a ser a lei somos nós. Quem passa a decidir quem é humano e quem não é somos nós. Agora imagine o que tal “poder” pode fazer nas mãos de seres humanos caídos e imperfeitos... Bem, não precisa imaginar durante muito tempo porque nós já vimos o que aconteceu durante o século 20. Os campos da morte do socialista Adolf Hitler e os gulags do ateísmo político (comunismo) são a expressão máxima da rejeição do Criador. Os abortos dos dias que correm (mais de 500 milhões de “não-humanos” foram mortos desde 1982) são apenas a continuação do trabalho de Hitler e Stalin.
Não somos agora capazes de descrever acuradamente as cenas a serem representadas em nosso mundo no futuro; isto, porém, sabemos: que este é um tempo em que precisamos velar em oração; pois o grande dia do Senhor está às portas. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 35.
Atos de Violência
Nos dias de Noé a esmagadora maioria se opunha à verdade, e se apaixonara por um conjunto de falsidades. A Terra estava cheia de violência. A guerra, o crime e o homicídio eram a ordem do dia. Assim será também antes da segunda vinda de Cristo. The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 1, pág. 1.090.
Mais e mais claro está se tornando que os habitantes do mundo não estão em harmonia com Deus. Nenhuma teoria científica pode explicar a firme marcha de obreiros iníquos sob o comando de Satanás. Em toda multidão, anjos ímpios estão em operação, instando homens a cometer atos de violência. …
A perversidade e crueldade dos homens alcançarão tal atitude que Deus Se revelará em Sua majestade. Muito em breve a impiedade do mundo terá atingido seu limite e, como nos dias de Noé, Deus derramará os Seus juízos. Olhando Para o Alto (Meditações Matinais, 1983), pág. 328.
Os terríveis relatos que ouvimos de homicídios e roubos, de acidentes ferroviários e atos de violência, declaram que o fim de todas as coisas está próximo. Agora, agora mesmo, precisamos estar nos preparando para a segunda vinda do Senhor. Carta 308, 1907.
Foi-me mostrado que o Espírito do Senhor está-Se retirando da Terra. O poder mantenedor de Deus logo será recusado a todos os que continuam desrespeitando os Seus mandamentos. Os relatos de transações fraudulentas, homicídios e crimes de toda a espécie chegam até nós diariamente. A iniqüidade está-se tornando uma coisa tão comum que não ofende mais as suscetibilidades como em tempos passados. Carta 258, 1907.
Em todo o mundo, as cidades estão se tornando viveiros de vícios. Por toda parte se vê e ouve o que é mau, e encontram-se estimulantes à sensualidade e ao desregramento. Avoluma-se incessantemente a onda da corrupção e do crime. Cada dia oferece um registro de violência: roubos, assassínios, suicídios e crimes inomináveis.
Tempos Turbulentos que Ocorrerão em Breve
O tempo de angústia, que há de aumentar até o fim, está muito próximo. Não temos tempo a perder. O mundo está agitado com o espírito de guerra. As profecias do capítulo onze de Daniel quase atingiram o seu cumprimento final. Review and Herald, 24 de novembro de 1904.
O tempo de angústia – angústia qual nunca houve, desde que houve nação (Dan. 12:1) – está precisamente sobre nós, e somos semelhantes às virgens adormecidas. Devemos acordar e pedir que o Senhor Jesus ponha debaixo de nós os Seus braços eternos e nos conduza durante o tempo de provação à nossa frente. Manuscript Releases, vol. 3, pág. 305.
O mundo está-se tornando cada vez mais iníquo. Em breve surgirá grande perturbação entre as nações – perturbação que não cessará até que Jesus venha. Review and Herald, 11 de fevereiro de 1904.
Estamos mesmo no limiar do tempo de angústia, e acham-se diante de nós perplexidades com que dificilmente sonhamos. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 306.
Estamos no limiar da crise dos séculos. Em rápida sucessão os juízos de Deus se seguirão uns aos outros – fogo, inundações e terremotos, com guerras e derramamento de sangue. Profetas e Reis, pág. 278.
Há perante nós tempos tempestuosos, mas não pronunciemos uma só palavra de incredulidade ou desânimo. Serviço Cristão, pág. 136.
Na grande obra de finalização nos defrontaremos com perplexidades que não saberemos contornar, mas não nos esqueçamos de que as três grandes potestades do Céu estão atuando, que a divina mão está posta ao leme, e Deus fará cumprir os Seus desígnios. Evangelismo, pág. 65.
Agência Fapesp, 17.11.2010.Uma nova pesquisa, feita nos Estados Unidos, verificou uma importante associação entre o consumo de bebidas energéticas e o risco de desenvolver alcoolismo.O estudo, que será publicado na edição de fevereiro da revista Alcoholism: Clinical & Experimental Research, avaliou dados de mais de 1 mil estudantes universitários, dos quais 10,1% disseram ingerir energéticos pelo menos uma vez por semana.Segundo o trabalho, aqueles com elevado consumo de energéticos (52 vezes ou mais por ano) apresentaram risco significativamente maior de desenvolver dependência de bebidas alcoólicas e se embebedavam mais e mais cedo (com relação à idade) do que os demais.O estudo destaca que os energéticos contêm bastante cafeína e podem levar ao desenvolvimento de outros problemas, além da perda de sono. Segundo o trabalho, uma importante preocupação é que a mistura de energéticos com bebidas alcoólicas pode levar a um estado de “embriaguez desperta”, na qual a cafeína mascara a sensação de embriaguez sem reduzir os prejuízos causados pelo estado.O resultado é que o usuário se sente menos bêbado do que realmente está, o que pode levar a consumir quantidades ainda maiores de bebida. “Os resultados reforçam a necessidade de maiores investigações a respeito dos possíveis efeitos negativos para a saúde das bebidas energéticas e dos riscos de seu consumo misturado com o álcool”, destacaram os autores.“A cafeína não se opõe ou cancela os prejuízos associados com a embriaguez, ela apenas disfarça os marcadores mais óbvios desse estado. O fato de que não há regulação a respeito da quantidade de cafeína nas bebidas energéticas é desconcertante”, disse Amelia Arria, da Universidade de Maryland, um dos autores da pesquisa.O artigo Energy drink consumption and increased risk for alcohol dependence (doi: 10.1111/j.1530-0277.2010.01352.x) pode ser lido em breve em www.interscience.wiley.com/jpages/0145-6008.Nota: Este é o tipo de pesquisa ou de resultado científico que boa parte da mídia, comprometida com patrocínio de empresas de bebidas alcoólicas ou energéticas, não tem interesse em dar ampla divulgação. Interessante que a pesquisadora menciona, também, que a cafeína não cancela os prejuízos associados com a embriaguez, ,mas apenas disfarça os efeitos. Palavras científicas que, neste caso, não terão amplificação. Outras, por conveniência, muito provavelmente. Mas fica o alerta que a Bíblia já fazia, há mais de um milênio, em escritos como de Provérbios onde diz que a bebida forte é alvoroçadora e quem por ela é vencido, não é sábio.
Certa vez, quando perguntaram a Jesus quem havia pecado, Ele respondeu que o homem nascera daquele jeito [cego] para ser manifestar a glória de Deus. Ou seja, Deus colocou o problema apenas para se manifestar a glória dEle? É Deus quem coloca a dor, a doença, para, depois, curar ou matar? Jesus disse coisas como: “Não se preocupem com o dia de amanhã.” Mas Ele Se preocupou tanto que chegou a suar sangue! Outra coisa que me incomoda é a respeito de milagres, da probabilidade matemática. Cálculo simples: dois milhões de pessoas têm câncer, duas são curadas do nada. Milagre? Matematicamente falando, sim. Mas milagres acontecem aos que não são cristãos também... Mas o que mais me incomoda mesmo é sobre o livre-arbítrio. Como entender isso? – J. Prezado J., primeiramente, entendo que não podemos simplificar tanto assim uma realidade que é muito mais complexa. Assuntos como livre-arbítrio, determinismo, milagres, etc. não podem ser resolvidos numa frase, num parágrafo e talvez nem mesmo em milhares de páginas. Fé não é confiar no que não vemos? Não é ter certeza do que esperamos? (Hebreus 11:1). Certas expressões bíblicas não podem ser entendidas fora de seu contexto (o pensamento e a cultura judaico-oriental). Para os judeus, Deus era responsável por aquilo que Ele não impedia. Ex.: Foi Deus quem endureceu o coração de faraó ou foi o próprio faraó, com a permissão de Deus, já que Ele não força a vontade de ninguém? Assim, o cego de nascença nasceu assim por uma fatalidade deste mundo de pecado (como tantos outros nascem com tantos outros problemas). Mas, no caso dele, uma maravilha seria operada porque ele creu no Senhor. Como ocorreu com Jó, muito tempo antes, esse cego teria a honra de representar bem o caráter e as obras de Deus. Isso deve ser entendido à luz do grande conflito e levando em consideração a eternidade. Todo mal no Universo provém de Satanás, o originador do mal. O que Deus faz, frequentemente, é reverter o mal em bem para nós. Assim, muitas vezes, Deus Se vale de uma doença (que ele permite, mas não causa) para nos conduzir de volta ao caminho da salvação ou para modelar nosso caráter. Curiosamente, de modo geral, aqueles que passam por uma dor encaram o problema de modo diferente daqueles que apenas observar quem sofre. Os mais revoltados com Deus por causa da existência do sofrimento são aqueles que apenas “filosofam” sobre o assunto. Não fosse assim, países pobres como os da África teriam multidões de ateus, enquanto países desenvolvidos da Europa seriam majoritariamente crentes. Mas a realidade é justamente o oposto disso. Jesus suou sangue não por desconfiar do cuidado de Deus e por Se preocupar com o dia de amanhã. Ele passou por essa pressão imensa porque levou sobre Si nossos pecados. Não podemos comparar o que Ele experimentou com aquilo que nós experimentamos. Jesus não nos daria um conselho que Ele mesmo não vivesse. A agonia do Getsêmani e da cruz é algo singular experimentado por um Deus-homem que assumiu a culpa dos pecadores. E é justamente pelo que Jesus conquistou na cruz que podemos ter ainda mais certeza de que Deus nos ama e tem em vista o nosso bem – por isso podemos confiar nEle e descansar quanto ao futuro. Quanto aos milagres, sem dúvida eles também acontecem na vida dos que não creem. A concepção e o nascimento são milagres. O nascer e o pôr do sol (na verdade, a rotação sincrônica da Terra) são milagres. A manutenção da proporção dos gases atmosféricos respiráveis – outro milagre. O funcionamento e a existência do Universo – tremendo milagre! Isso mostra a misericórdia de um Deus que manda chuva e sol sobre crentes e não crentes, sobre justos e injustos (Mateus 5:45). Deus nos mantém vivos e nos convida a uma vida de comunhão com Ele. Mas quer saber qual é, para mim, o maior milagre? Uma vida transformada por Deus. Um ser impuro tornado puro. A índole má transformada num temperamento manso e submisso à vontade de Deus. Isso é milagre! Já vi curas e coisas maravilhosas que não poderiam ser explicadas de outra maneira senão pelo poder sobrenatural de Deus, mas isso não chega perto dos milagres que presenciei na vida de seres humanos que se deixaram transformar por Deus. Finalmente, o livre-arbítrio. Creio que temos a liberdade de escolher entre a vida eterna e a morte eterna – e agradeço a Deus porque minhas escolhas se limitam a dois caminhos, senão, como ser humano limitado que sou e com tendência a más escolhas, eu me perderia na confusão, caso houvesse mais opções. Essas são as duas grandes escolhas que todo ser humano tem que confrontar. Mas há também as pequenas escolhas diárias que acabam afetando em alguma medida as grandes escolhas. Exemplo: Quem namorar? Com quem casar? Que amizades cultivar? No que trabalhar? Que faculdade cursar? O que comer? O que assistir na TV? Que músicas escutar? Etc. São decisões menores que acabam afetando as maiores, na medida em que nos aproximam ou afastam de Deus. E é Deus, o Espírito Santo, que nos influencia para as boas decisões, se nos mantemos próximos dEle por meio da oração, do estudo da Bíblia e do cultivo de bons hábitos de vida e de pensamento. Mesmo em meio às nossas dúvidas e incertezas, temos que responder como Pedro: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna” (João 6:68). Se abandonarmos a Deus, para onde iremos? Temos que confiar nEle, pelas provas que Ele já deu de que nos ama e está nos conduzindo – com a nossa permissão – para a vida eterna. Lá todas as nossas dúvidas serão esclarecidas e nosso sofrimento terá fim. Mas temos que chegar lá... (Michelson Borges, jornalista e mestre em Teologia)